A mudança se deve ao fato de que a Copa Sul-Americana passou a valer uma vaga para a Libertadores. Assim, a única possibilidade de um país ter um representante a mais no torneio é conquistando a Sul-Americana. Neste momento, quem perderia a vaga na mais importante competição do continente é o Botafogo, que tem 38 pontos e está em quinto - o Inter, em quarto lugar, já está assegurado.Como o Internacional é o atual dono do troféu, isso significa que o Brasileiro deste ano só classificará três times para a próxima Libertadores.
O G-4 virou G-3. Foi isso que aconteceu, na prática, após o anúncio da Conmebol nesta quarta-feira, em comunicado oficial. Segundo a entidade, o título da Libertadores não abrirá mais uma vaga extra ao respectivo país da equipe campeã.
Este BLOG esta sendo desenvolvido e utilizado para a matéria Metodologias Ágeis para desenvolvimento de SOFTWARE do 6º Período de Sistemas de Informação.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Churrasco Sistemas de Informação
Olha ai galera, quem não foi acho que perdeu uma ótima festa. Todos nos presentes nos divertimos bastante, ao som de muita música boa, cerveja gelada e muita cena. Olhem ai e tirem as suas conclusões......
Pois é galera, ai estão algumas das fotos que tirei da minha máquina, estou postando aqui para que todos vejam e possam comentar a respeito, e também acho que este "POST" deveria ser avaliado também junto aos Posts que temos que fazer.....
VALEU...................
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Comércio Brasileiro
Na América Latina e Caribe, o crescimento registrado foi de 39,2%, atingindo US$ 21,8 bilhões, aponta estudo encomendando pela Visa e conduzido pela AmericaEconomia Intelligence. Ainda de acordo com o levantamento, entre 2007 e 2009, os gastos online aumentaram 106% em toda região. O Brasil foi o maior condutor desse crescimento, seguido pelo México, que registrou 91%, Argentina com 56% e Chile com 49%. Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de e-commerce e à contribuição para o PIB, são o Brasil com 0,84% e o Chile com 0,64%
Segundo o levantamento, diversos fatores contribuíram para esse crescimento regional do comércio eletrônico do Brasil, entre eles: mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda; aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online; expansão de indústrias-chave, tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no país. Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de e-commerce e à contribuição para o PIB, são o Brasil com 0,84% e o Chile com 0,64%.
Segundo o levantamento, diversos fatores contribuíram para esse crescimento regional do comércio eletrônico do Brasil, entre eles: mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda; aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias da segurança online; expansão de indústrias-chave, tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas, especialmente no país. Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de e-commerce e à contribuição para o PIB, são o Brasil com 0,84% e o Chile com 0,64%.
Modem
A China exportou cerca de 25 milhões de modems sem fio - usados para acesso à Internet em computadores portáteis e de mesa -, no valor de 1,25 bilhão de euros (1,6 bilhão de dólares), em 2009. As exportações chinesas responderam por 90 por cento dos modems importados pela Europa, de acordo com cálculos da União Europeia. De acordo com a queixa da Option, que a Reuters examinou, os produtores chineses de modems recebem subsídio governamental direto, empréstimos a baixo custo e financiamento estatal a pesquisa e desenvolvimento, como parte dos esforços chineses para substituir suas exportações de baixa tecnologia por uma posição dominante no mercado mundial de telecomunicações. A Comissão Europeia informou aos países membros que deseja investigar o setor e tem até a metade de setembro para lançar um estudo abrangente. Uma decisão como essa causaria ainda mais pressão sobre o relacionamento comercial já tenso entre a União Europeia e a China.
Os países membros da União Europeia terão de expressar oposição ou aprovar tacitamente o plano da Comissão ainda esta semana, de acordo com pessoas próximas ao caso.
Os países membros da União Europeia terão de expressar oposição ou aprovar tacitamente o plano da Comissão ainda esta semana, de acordo com pessoas próximas ao caso.
Menos impostos ao setor de T.I
O que o setor de TI quer é que haja uma troca. “Se você colocar os impostos referentes ao INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] cobrados sobre o faturamento, por exemplo, não haveria perda para o Tesouro e seria mais justo para as empresas”. Assim, as empresas poderiam exportar mais serviços e softwares e gerar emprego.O presidente da Assespro disse que uma prova do potencial de crescimento do setor é que em 2002 as exportações somavam US$ 100 milhões e, em menos de oito anos, o número passou para US$ 3 bilhões, “da mesma forma como está hoje, com a complexidade tributária, com encargos sociais na estratosfera. Por isso, essa é uma oportunidade que o país não pode deixar passar. E isso, fatalmente, entra na reforma tributária”. Rubén Delgado reconhece que o governo federal avançou muito e escutou bastante o setor de TI, em especial os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência e Tecnologia (MC&T). Já o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apresentou desavenças com o setor no que diz respeito à regulamentação da profissão de analista de sistemas e à carga horária. “São coisas atrasadas, que vão na contramão da modernidade”. A Assespro tem 1,4 mil empresas associadas.
O número de proposições relacionadas à tributação que tramitam no Congresso Nacional chega a 1.903. A grande maioria - 1.413 projetos – está voltada para a área de informática.À Agência Brasil, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro), Rubén Delgado, informou que um dos principais pleitos do setor está ligado à reforma tributária. Para ser mais competitivo, o Brasil precisaria apressar as mudanças, avaliou o presidente da Assespro. O setor de TI é intensivo em mão de obra de alto valor agregado. Isso significa que os salários dos profissionais são mais elevados. “Por isso, tantos países querem entrar nesse mercado. O nosso adubo é o cérebro”.
“Nesse game [jogo], a palavra é competitividade. Essa é a palavra que vai reger os vencedores desse jogo. E nesse ponto, nós temos que fazer o dever de casa”.
O número de proposições relacionadas à tributação que tramitam no Congresso Nacional chega a 1.903. A grande maioria - 1.413 projetos – está voltada para a área de informática.À Agência Brasil, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro), Rubén Delgado, informou que um dos principais pleitos do setor está ligado à reforma tributária. Para ser mais competitivo, o Brasil precisaria apressar as mudanças, avaliou o presidente da Assespro. O setor de TI é intensivo em mão de obra de alto valor agregado. Isso significa que os salários dos profissionais são mais elevados. “Por isso, tantos países querem entrar nesse mercado. O nosso adubo é o cérebro”.
“Nesse game [jogo], a palavra é competitividade. Essa é a palavra que vai reger os vencedores desse jogo. E nesse ponto, nós temos que fazer o dever de casa”.
Banda Larga
A banda larga ofertada no país pelas redes fixas e móveis já alcançou 26,1 milhões de acessos no fim do 1º semestre deste ano.De janeiro a junho, foram ativados 7,7 milhões de novas conexões de internet rápida. Nesse período, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões. Já na banda larga móvel, o número de celulares de terceira geração (3G) saltou de 4,3 milhões para 10,4 milhões e o total de modems de acesso à internet subiu de 2,7 milhões para 3,5 milhões.
A velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil é de 1,3 megabits por segundo (Mbps), inferior aquela registrada no Chile e na Colômbia, entre os países da América Latina.De acordo com a Telebrasil, as redes de terceira geração já estão instaladas em 740 municípios e, considerados os dados de 2009, quando foram conectados 263 municípios com infraestrutura 3G, o ritmo de ativação é de um município a cada dia útil, aponta a associação. Recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicou estudo dizendo que a cobertura da banda larga no Brasil era de apenas 46,6% dos municípios, mas, de acordo com a Telebrasil, a pesquisa considerou apenas as localidades onde a densidade é superior a 0,5 acesso por grupo de 100 habitantes, o que, para a entidade, reduz consideravelmente o universo em avaliação e não dá uma dimensão real da oferta de serviços.O estudo sobre a situação da banda larga destaca ainda que, com a evolução das redes de 3G, os smartphones devem se tornar o principal dispositivo de acesso à internet, já que seu custo de aquisição tende a ser cada vez menor que o de um computador, principalmente pelos ganhos de escala dos celulares.
Citando dados de uma recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, a entidade aponta como principais motivos apresentados por usuários que não têm acesso à internet: não achar necessário (32,8%), não saber utilizar a internet (31,6%) e não ter acesso a microcomputador (30%).Os impostos sobre os serviços oneram o cidadão em mais de 43% sobre os preços dos serviços de telecomunicações, avalia a associação, que cita, ainda, números da União Internacional de Telecomunicações (UIT) apontando que o preço da banda larga no país, corresponde a 4,58% da renda mensal per capita, abaixo de outros países que têm perfil de desenvolvimento semelhante ao Brasil, como China (7,19%) e Índia (5,84%).No fim de 2009, 88% dos municípios brasileiros já tinham backhaul instalado e em 85,7% deles havia serviços de internet rápida, segundo a associação que representa as operadoras de telefonia no Brasil.
A velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil é de 1,3 megabits por segundo (Mbps), inferior aquela registrada no Chile e na Colômbia, entre os países da América Latina.De acordo com a Telebrasil, as redes de terceira geração já estão instaladas em 740 municípios e, considerados os dados de 2009, quando foram conectados 263 municípios com infraestrutura 3G, o ritmo de ativação é de um município a cada dia útil, aponta a associação. Recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicou estudo dizendo que a cobertura da banda larga no Brasil era de apenas 46,6% dos municípios, mas, de acordo com a Telebrasil, a pesquisa considerou apenas as localidades onde a densidade é superior a 0,5 acesso por grupo de 100 habitantes, o que, para a entidade, reduz consideravelmente o universo em avaliação e não dá uma dimensão real da oferta de serviços.O estudo sobre a situação da banda larga destaca ainda que, com a evolução das redes de 3G, os smartphones devem se tornar o principal dispositivo de acesso à internet, já que seu custo de aquisição tende a ser cada vez menor que o de um computador, principalmente pelos ganhos de escala dos celulares.
Citando dados de uma recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, a entidade aponta como principais motivos apresentados por usuários que não têm acesso à internet: não achar necessário (32,8%), não saber utilizar a internet (31,6%) e não ter acesso a microcomputador (30%).Os impostos sobre os serviços oneram o cidadão em mais de 43% sobre os preços dos serviços de telecomunicações, avalia a associação, que cita, ainda, números da União Internacional de Telecomunicações (UIT) apontando que o preço da banda larga no país, corresponde a 4,58% da renda mensal per capita, abaixo de outros países que têm perfil de desenvolvimento semelhante ao Brasil, como China (7,19%) e Índia (5,84%).No fim de 2009, 88% dos municípios brasileiros já tinham backhaul instalado e em 85,7% deles havia serviços de internet rápida, segundo a associação que representa as operadoras de telefonia no Brasil.
sábado, 4 de setembro de 2010
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